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terça-feira, 1 de julho de 2014

TURISTAS BELGAS EXPERIMENTAM CERVEJAS POPULARES NO BRASIL

Fábio Almeida

Confesso que sou fã declarado das cervejas belgas!! Afinal de contas, quem nunca degustou ou pelo menos ouviu falar da Stella Artois, Alken Maes, Jupiler, Delirium tremens, Duvel, Leffe ou Hoegaarden, as mais conhecidas daquele país??

Pois é, mas esse post não é sobre as excelentes brejas belgas!! 



O jornal O TEMPO publicou um vídeo muito interessante, onde 03 turistas belgas em plena COPA DO MUNDO no país foram submetidos a uma dura prova de fogo: degustar as principais cervejas populares do Brasil, de Kaiser a Itaipava, de Skol a Brahma...

Pois bem, os caras degustam a todo momento as melhores cervejas do mundo...O resultado??? Logo abaixo...

Alguém se habilita????




segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

AS 42 MELHORES CERVEJAS DO MUNDO...EM 1982!!

Por Fabian Ponzi - Blog Bebendo Bem, para conhecer clique aqui 

O nome Michael Jackson, para os fãs de cerveja, tem outro significado. “escritor, não o cantor” é considerado o mais influente autor de cervejas da história e foi o primeiro a classificar as cervejas em estilos, no seu livro de 1977, The World Guide To Beer. Também conhecido como Beer Hunter, por conta de seu programa de TV exibido em mais de 15 países (e que você pode assistir legendado em português no YouTube), ele foi quem deu visibilidade à várias cervejas anteriormente restritas às suas regiões e que hoje são conhecidas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.
mjackson
Pois no seu livro, The Pocket Guide of Beer, lançado em 1982, MJ usou pela primeira vez um sistema de avaliação de cervejas. Na primeira edição, ele classificou 42 cervejas com 5 estrelas, definindo-as como as melhores de cada estilo. A lista final foi a seguinte:
  • Pilsner Urquell (República Checa)
  • Jever Pilsner (Alemanha)
  • Einbecker Ur-Bock (Alemanha)
  • Dortmunder Kronen Export (Alemanha)
  • Zum Uerige Altbier (Alemanha)
  • Kulminator 28 Urtyp Hell (Alemanha)
  • Hofbräuhaus Maibock (Alemanha)
  • Hofbräuhaus Edel-Weizen (Alemanha)
  • Paulaner Urtyp (Alemanha)
  • Paulaner Salvator (Alemanha)
  • Schlenkerla Märzen (Alemanha)
  • Spaten Dunkel Export (Alemanha)
  • Spaten Ur-Märzen (Alemanha)
  • Weihenstephan Weizenbock (Alemanha)
  • Kindl Berliner Weisse (Alemanha)
  • Duvel (Bélgica)
  • Liefmans Goudenband Speciaal Provisie (Bélgica)
  • Rodenbach (Bélgica)
  • Rodenbach Grand Cru (Bélgica)
  • Westmalle Tripel (Bélgica)
  • Hoegaarden (Bélgica)
  • Saison Dupont (Bélgica)
  • Chimay Red (Bélgica)
  • Chimay Blue (Bélgica)
  • Orval (Bélgica)
  • Brakspear’s Pale Ale (Inglaterra)
  • Courage Imperial Russian Stout (Inglaterra)
  • Fuller’s ESB (Inglaterra)
  • Gales Prize Old Ale (Inglaterra)
  • Whitbread Gold Label (Inglaterra)
  • Mackeson (Inglaterra)
  • Marston’s Pedigree (Inglaterra)
  • Marston’s Owd Roger (Inglaterra)
  • Highgate Mild (Inglaterra)
  • Thomas Hardy’s Ale (Inglaterra)
  • Belhaven 80/- (Inglaterra)
  • Traquair House (Inglaterra)
  • Guinness Extra Stout (Irlanda)
  • Guinness Foreign Extra Stout (Irlanda)
  • Jenlain (França)
  • Anchor Steam (EUA)
  • Cooper’s Sparkling Ale (Austrália)
Na introdução do livro, MJ explica que o critério para classificar uma cerveja como 5 estrelas foi usado para “um clássico mundial ou porque ele tem excelente complexidade e distinção, ou porque é o exemplo definitivo de seu estilo”.
O interessante de ver essa lista 32 anos depois é que ainda não havia acontecido o boom do movimento cervejeiro americano, já que apenas uma cerveja do país figura no ranking. Outra constatação é que, apesar de algumas cervejas já terem sua produção extinta, outras tantas são facilmente disponíveis aqui no Brasil, a preços bem acessíveis e até mesmo em grandes redes de supermercados. Enfim, a lista é um bom ponto de partida para algumas análises da popularização das boas cervejas e um bom guia para os iniciantes.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

BREJA DO DIA: GRANVILLE ISLAND BREWING - VANCOUVER/CANADÁ

No último mês de novembro, depois de quase 17 horas de viagem, já em Vancouver/Canadá, resolvemos iniciar nossas atividades no Granville Island Brewing, localizada na Granville Island Vancouver, fundada em 1984.



A cervejaria está localizada sob a ponte de Granville, que atravessa False Creek para o centro de Vancouver. Oferece Tours pela cervejaria diariamente

Típica cervejaria para degustação, o local peca pela falta de variedade do "tira gosto", extremamente limitado. Ou seja, praticamente oferecem pizza e outras porcarias. 



Tivemos a oportunidade de degustar uma Hefeweizen canadense Pale Gold (sensacional), além do Menu degustação IPA, PALE ALE, LAGER E MAPPLE CREAM...

Uma ótima sugestão para a Happy Hour!!

Plenamente recomendado!!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

MESTRE PELA USP PUBLICA ESTUDO INÉDITO SOBRE A INFLUÊNCIA DO CARVALHO EM CERVEJAS

Direto do site "Que não falte Malte"
Antes do advento de materiais mais modernos como o inox, utilizava-se barris de madeira para armazenar e maturar cervejas e diversas outras bebidas, o que muitas vezes também contribuía para aumentar sua complexidade aromática.
Nos dias atuais, muitas cervejarias – como por exemplo a Harviestoun, na Escócia – ainda utilizam esta técnica visando criar produtos únicos e tradicionais.
Apesar de todo este background histórico, o primeiro artigo científico do mundo sobre a influência do carvalho na maturação de cervejas é recente e 100% brasileiro, mais precisamente da cidade de Piracicaba.


Confira abaixo a entrevista com Patricia Wyler, Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela USP, autora da dissertação “Influência da madeira de carvalho na qualidade da cerveja”:
QNFM: O que te motivou a escolher este tema?
Patricia Wyler: Trabalhei em uma vinícola na Califórnia e fiquei maravilhada com os barris. Quando decidi fazer mestrado resolvi estudar como a madeira afetava a cerveja, mas preciso confessar que eu não entendia nada de cervejas na época.
QNFM: Conte um pouco do seu processo de pesquisa e busca de conhecimento?
Patricia Wyler: Por não entender nada de cerveja, tive que pesquisar muito, foi quando descobri que não havia nenhum outro estudo sobre maturação de cerveja em madeira. Existia sim muitos blogs que contavam as experiências, quase todos americanos. O Oak’s Balancing Act | MoreBeer foi meu ponto de partida. Então tive que estudar o que acontece durante a maturação em vinhos, Whisky e cachaça, entre outras bebidas (quase todo material científico disponível que encontrei), li muitos artigos, livros sobre cerveja o que me levou a fazer o curso de Sommelier de cervejas da ABS.
QNFM: Quais foram as principais descobertas no estudo?
Patricia Wyler: Tivemos como resultado que os fragmentos de carvalho são tão eficientes quanto o barril na extração de compostos aromáticos, na verdade a tosta alta dos cubos [chips de carvalho de três níveis de tosta utilizados no experimento] se mostrou mais eficiente que o barril, com o preço muito mais em conta. Chegamos a conclusão também que a temperatura de maturação tem grande influência na extração dos compostos aromáticos – a temperatura que utilizamos de 0C não foi muito eficiente. O uso dos fragmentos é uma alternativa mais barata e acessível aos fabricantes e o estudo dá suporte para que cervejarias e cervejeiros, além de servir como base para novas pesquisas.
QNFM: Na sua opinião, quais são os próximos passos a serem dados nesta área?
Patricia Wyler: O estudo que fizemos foi só um início, é necessário testar outras concentrações de fragmentos, outras temperaturas de maturação e também a utilização dos fragmentos durante a fermentação, entre muitas outras variáveis. Um amigo e colega de pós-graduação está fazendo o doutorado com maturação de cerveja em barris de carvalho em temperatura ambiente, os dados dele estão super interessantes.
QNFM: Qual é a sua cerveja maturada em madeira favorita?
As primeiras cervejas maturadas em carvalho que provei foram a Strong Suffolk , a Kross 5 (chilena) e a cerveja em madeira de amburana da Way. Foram essas que me levaram a fazer o estudo.
Parabéns Patricia!
Para conhecer a dissertação de mestrado, clique aqui

domingo, 10 de novembro de 2013

DEGUSTANDO CERVEJAS PELO MUNDO - BECK'S (ALEMANHA - 04)

Após um hiato de alguns meses, retornamos à série de cervejas degustadas pelo blogueiro nos últimos anos, direto do nosso diário oficial.


A breja de hoje trata-se da Beck's Pilsner, típica Premium American Lager alemã, fabricada desde 1873, extremamente popular na Alemanha.


Trata-se de uma cerveja refrescante, com espumas brancas, clara, possuindo creme pouco denso e bolhas grandes. Malte e lúpulo no aroma e no sabor, carbonação média, com bom equilíbrio no aroma, ótimo para beber durante a noite ou em dias intensos de verão. Como estamos tratando de uma cerveja alemã, na minha opinião, deixa a desejar se compararmos com outras tantas disponíveis no mercado.  


Tivemos o prazer de degustá-la em pleno verão americano, na cidade de Miami, num dia extremamente quente.



- NOTAS DO BLOGUEIRO -



Avaliação Geral 
3,8
Aroma 
4,0
Aparência 
4,0
Sabor 
3,9
Sensação 
3,7
Conjunto 
3,8








segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DIGA-ME O QUE ELE BEBE QUE EU LHE DIREI QUEM ELE É...

Não tá fácil pra ninguém. Apesar da oferta de pessoas disponíveis ser bem grande, quem está solteiro sofre um pouco até achar a sua alma gêmea. Lá pelas tantas, algum esqueleto escondido no armário ou alguma psicopatia latente acaba vindo à tona e botando por terra as mais românticas aspirações.

Mas nem por isso desistimos. Aos poucos vamos aprendendo com as más experiências e conhecendo mais o sexo oposto. E a cerveja que seu par bebe pode dizer muito sobre ele, meninas! 

O site Whatsyourprice.com perguntou para 4000 homens quais cervejas eles pedem quando estão num encontro, ao passo que perguntou para as garotas a impressão que elas tem a respeito da personalidade deles.

O resultado foi o seguinte:



Vc concorda???

- CRÉDITOS -



sábado, 7 de setembro de 2013

QUAL A CERVEJA MAIS RARA DO MUNDO??


Outra pergunta para os adoradores do barco cervejeiro: Qual a cerveja mais rara do mundo? E a mais gostosa?

Segundo nosso companheiro cervejeiro Felipe Menezes, direto do site www.brejas.com,  certamente encontraremos um nome: Westvleteren 12, que é uma uma cerveja belga, de origem trapista, que ao lado de suas irmãs Westvleteren 8 e Westvleteren Blond, são consideradas mitos do mundo cervejeiro.







Ainda segundo Felipe Menezes, "...a Westvleteren é fabricada em um mosteiro da ordem trapista, uma congregação religiosa católica formalmente conhecida como Ordem dos Cistercienses Reformados de Estrita Observância...". 

" Apesar de existirem mais de 170 mosteiros desta ordem pelo mundo, apenas 07 possuem a “licença” para utilização do selo de autenticidade trapista: 06 na Bélgica (Westvleteren, Westmalle, Chimay, Orval, Rochefort e Achel) e 01 na Holanda (La Trappe)" reitera Felipe.

Outros fatos interessantes: Ela é produzida desde 1838 apenas na abadia de St. Sixtus, no município de Vleteren, região de West Flanders, Bélgica. Dos 30 monges que cuidam do local, menos de 10 se envolvem na produção da cerveja, que é vendida em quantidade suficiente apenas para garantir o funcionamento do local e para realizar algumas obras de caridade. 

Como a sua venda não tem fins lucrativos, não existe escala de produção e nem distribuição: quem quer essa cerveja precisa se deslocar de carro até lá, com dia e hora marcados. E apenas pessoas físicas podem comprá-la, em uma quantidade máxima de 24 garrafas por pessoa.

E quanto se paga por isso?

Diz Felipe Menezes: " Saindo direto da fonte cada garrafa de Westy 12 custa 1,60 euro – algo em torno de 4 reais. Apesar da missão de comprá-la ser bastante árdua até mesmo para quem vai passear na Bélgica (muita gente não consegue pela dificuldade de agendamento e acesso ao local) não é completamente impossível encontrar as Westies por aí..."

Devido a  sua fama, um ou outro local especializado em cervejas consegue algumas de vez em quando, obviamente em pouca quantidade. Também, alguns aficcionados costumam oferecê-las no Ebay e Mercado Livre. Mas prepare o bolso se quiser deliciar uma: nos poucos locais onde são encontradas ela costumam sair algo entre 100 a 150 reais, reitera mais uma vez nosso amigo.

É a melhor?

Como qualquer alimento ou bebida, é subjetivo demais dizer que isso ou aquilo é o melhor do mundo. Existem milhares de cervejas do mundo de todas as qualidades e tipos, e o gosto de cada pessoa é algo muito particular. De qualquer maneira, pegando como referência dois dos mais respeitados sites de avaliação de cervejas no mundo, o Rate Beer e Beer Advocate, a Westvleteren 12 ocupa a primeira e segunda colocações, respectivamente. A Westy 8 também figura na lista, na 13a e 16a posições.

No final das contas, toda a história, tradição e mítica que envolve a Westvleteren – que vai desde a sua singela garrafa sem qualquer rótulo até a grande dificuldade de aquisição – se unem ao seu sabor considerado inigualável para credenciá-la como uma das melhores e mais respeitadas cervejas de todos tempos.

Se é a primeira da sua lista ou não, só experimentando para dizer.

- Créditos -

Felipe Menezes (post participante do Natal Lupulado 2011) do site 
http://www.hominilupulo.com.br/

quarta-feira, 5 de junho de 2013

AS 10 MELHORES CERVEJAS DO MUNDO

Direto do Blog GASTROLÂNDIA 
Este é o post mais acessado da história do Gastrolândia: mais de 115 mil pageviews. Centenas de comentários, algumas brigas, muita curiosidade. Por isso pedi para que o especialista em cervejas, Eduardo Passarelli, refizesse sua lista das 10 melhores do mundo. Aqui está, fresquíssima. Sinta-se a vontade para concordar, discordar, argumentar – só não vale xingar. Não é um ranking, significando que elas não estão em ordem de preferência, tá?


Ommegang Three Philosophers (Estados Unidos) – Já tem um bom tempo que esta cerveja americana é a minha predileta. É uma quadruppel, que tem 3% de lambic de cereja produzida pela Lindemans adicionada à sua fórmula. Sua força alcoólica de 9,8% é muito bem inserida na receita. Cerejas frescas são usadas em sua formulação. O sabor, claro, traz cerejas ao marasquino, vinho do porto e um quê de chocolate amargo.
Bamberg Camila, Camila (Brasil) – brasileira com alma checa. Com coloração amarelo escuro, traz notas florais de lúpulo e notas maltadas (caramelo e pão) no aroma. No paladar, apresenta novamente as notas maltadas, com leve adocicado, seguido do amargor do lúpulo.
La Folie Lips of Faith 2012 (EUA) – cerveja com agradável acidez, notas de malte que lembram toffee, madeira e baunilha.
Pannepot Grand Reserva (Bélgica) – safrada, produzida por uma microcervejaria belga. Pode ser guardada e é bastante complexa, evoluindo com o tempo. Notas licorosas, de frutas escuras secas, toffee, chocolate, calor do álcool, figo e madeira.
Orval (Bélgica)- produzida por monges trapistas, tem notas cítricas, condimentadas e de frutas secas. A produção cervejeira começou em 1931, com a finalidade de arrecadar fundos reconstruir a abadia, recém instalada em ruínas onde também já havia funcionado uma abadia, destruída durante a revolução francesa. A mais lupulada das trapistas.
Colorado Indica (Brasil) – foi importante na história cervejeira do Brasil, como porta de entrada para muitos amantes das boas cervejas. E voltou ao seu auge! Generosas quantidades de malte, lúpulo e rapadura.
Westvleteren 12 (Bélgica)- Trapista, até hoje uma das mais raras cervejas do mundo. Incrivelmente complexa. Malte, toffee, caramelo, frutas vermelhas, condimentado, lúpulo.
Ola Dubh 40 (Escócia) – Maturada em barris do uisque Highland Park, traz notas da bebida para a cerveja, a tornando única e surpreendente.
Pilsner Urquell (República Tcheca) – A mãe das pilsens, até hoje reina absoluta! Localizada na cidade checa de Plzeň (Pilsen), a 90km da capital Praga, a fábrica da Urquell é berço do estilo de cerveja mais consumido hoje no mundo, o pilsen. Em 1842, o cervejeiro Josef Groll criou uma fórmula de uma cerveja loira, límpida e suave, que rapidamente conquistou paladares pelo mundo.
Heineken (Holanda)- não poderia deixar de fora da lista a minha cerveja do dia-a-dia. Puro malte, sem conservantes, com agradável amargor e, ainda por cima, bom preço.

terça-feira, 16 de abril de 2013

DEGUSTANDO CERVEJAS PELO MUNDO - BUD LIGHT - LITE AMERICAN LAGER - (EUA - 03)

Continuando nossa saga envolvendo as cervejas degustadas pelo blogueiro, hoje vamos falar um pouco sobre a BUD LIGHT, uma breja tipo LITE AMERICAN LAGER, de sabor refrescante e que utiliza uma mistura de arroz e cevada maltada, fabricada pela cervejaria Anheuser-Bush, contendo 4,2% de álcool.

No entanto, para falar a verdade, na nossa modesta avaliação, trata-se de uma bebida com levíssimas notas de malte e muito pouco lúpulo, aguada, além de possuir espuma média  de pouca duração.

O aroma e o sabor são quase inexistentes, ou seja, serve apenas para refrescar ou ser apreciada num dia quente ou naquele churrasco que vai durar o dia todo! Fazendo uma analogia com as brejas nacionais, seria a nossa versão da Itaipava ou Skol Beats.   

A foto abaixo foi tirada na cidade de Worcester/MA/EUA, numa reunião entre amigos.




NOTAS DO BLOGUEIRO -

Avaliação Geral 
3,0
Aroma 
2,4
Aparência 
4,0
Sabor 
2,5
Sensação 
3,8
Conjunto 
3,0


Para acompanhar outras cervejas avaliadasclique aqui. 
  
Até a próxima!!

terça-feira, 19 de março de 2013

11 CURIOSIDADES SOBRE A CERVEJA GUINNESS

Enfim, chegamos ao fim dos trabalhos envolvendo o St. Patrick’s Day, ocorrido neste último dia 17, um feriado tipicamente irlandês que ganhou o mundo. 

E não faltou a famosa Guinness, a bebida mais popular do país. Para comemorar a data, o site Food Republic selecionou 11 curiosidades sobre a cerveja

Confira a seguir:




Consumo na África

Cerca de 40% da Guinness é consumida na África. De cinco cervejarias da marca ao redor do mundo, três são em países africanos. Só na Nigéria, há cinco fábricas da bebida, o que torna o país o segundo maior em sua fabricação, perdendo apenas para a Grã-Bretanha. Por incrível que pareça, a Irlanda vem em quarto lugar, o terceiro fica com Camarões e a quinta posição é ocupada pelos Estados Unidos.

Nome


Assim que foi criada, a cerveja escura foi chamada de Porter e, depois, ficou popularmente conhecida como Stout Porter. No final do século 18, a então singular Stout teve tanto sucesso que a Guiness parou de fazer outras variedades de cerveja.
Livro dos Recordes


Freddie Mercury nasceu na Índia ou na Tanzânia? Como a Guinness sempre está presente dúvidas, conversas e mesas de bar, o diretor Hugh Beave lançou em 1954 o Guinness Book of Records, um livro com curiosidades e fatos pouco conhecidos. A tática de marketing fez sucesso e conquistou os consumidores.

Cor

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, a Guinness não é preta e nem marrom. Se você colocar a cerveja em um lugar bem iluminado ou deixá-la contra a luz, vai perceber que a bebida é vermelha. A empresa atribui a coloração à torrefação da cevada, um processo de fabricação.

Lado social

Arthur Guinness, um rico protestante com pouca experiência em bebidas, fundou a cervejaria St. James’ Gate em 1759. Ele passou a ser um defensor dos direitos humanos e criou conjuntos habitacionais para os pobres marginalizados de Dublin. A Guinness ainda apoiou tropas irlandesas nas duas guerras mundiais e garantiu emprego aos trabalhadores após retorno, além de ajudar suas famílias com um salário mensal enquanto estivessem fora.

Segunda chance

Perdeu o St. Patrick's Day este ano? Considere beber uma cerveja gelada no Arthur's Day, um "feriado" patrocinado que foi criado em 2009. Em 2013, a data que lembra Arthur Guinness, fundador da cervejaria, acontecerá no dia 27 de setembro às 17h59 (horário de Dublin em referêcia ao ano de sua criação). Diversos jovens irlandeses se reúnem para celebrar o sucesso da cervejaria e gritam: "Ao Arthur!”

Igreja


Gerações de homens da família Guinness trabalharam para preservar a histórica Saint Patrick’s Cathedral, um marco nacional na Irlanda. Benjamin Lee Guinness, terceiro filho de Arthur, supervisionou a renovação entre 1860-1865 e impediu o colapso da catedral.
Nutrientes


Rica em ferro e compostos antioxidantes, um grande copo de Guinness tem 210 calorias.  Comparando ao leite, com 150 calorias, a bebida é nutritiva e, sem dúvida, mais apropriada para uma reunião com amigos.

Grand Metropolitan

Em 1997, as empresas Guinness e Grand Metropolitan criaram a Diageo, que produziu o Jose Cuervo e a Smirnoff. A marca, porém, era tradicional de Londres e não de Dublin.

Cozinha


Além dos bares, a Guinness também tem sua importância na cozinha. A cerveja ajuda a amaciar e dar a sabor a um ensopado de carne com batatas, clássico na Irlanda, além de dar sabor especial a alguns tipos de sorvete, como o de baunilha.
Servindo


Os bartenders não estão confusos quando insistem em colocar sua Guinness em "dois lances" no copo. Diferente de outras torneiras, a Guinness passa por um disco restritor de cinco buracos (não precisa entender; saiba que isso deixa sua cerveja deliciosa). Esse mecanismo despeja uma quantidade maior de nitrogênio, deixando a cerveja mais efervecente. Sendo assim, é necessário tirar a cerveja em duas "torneiradas": uma começa a mágica e a outra termina o serviço. 

- CRÉDITOS -
PORTAL TERRA

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

GALOBIER - A PRIMEIRA CERVEJA ALVINEGRA DO MUNDO

Excelente novidade para os amantes do futebol e das brejas especiais!

GaloBier, a primeira cerveja alvinegra do mundo!


Produzida pela Cervejaria 1977, a Galobier nasceu do casamento entre a paixão pelo futebol e pelas cervejas artesanais e foi criada para homenagear o glorioso Galo das Minas Gerais.

Contudo, para que a homenagem pudesse ser completa, melhor seria se a cerveja fosse alvinegra, assim como o clube. A solução foi transformar um dos estilos de cerveja mais claros, Belgian Witbier (ou cerveja branca), em uma cerveja escura, a BlackWit.



Característico da Bélgica e da Holanda, o estilo "Witbier" (White Beer, Bière Blanche ou simplesmente Witte) recebe esse nome em função da presença de proteínas de trigo e de leveduras em suspensão na cerveja, que conferem à bebida uma turbidez palha, quase branca. 

Esse estilo, que chegou a desaparecer em meados da década de 1950, popularizou-se no mundo depois que o mestre cervejeiro Pierre Celis ressuscitou uma receita na cidade de Hoegaarden, na Bélgica. As witbiers são cervejas a base de trigo, claras, refrescantes, elegantes e saborosas, dada a adição de especiarias como sementes de coentro e cascas de frutas cítricas. Com a inclusão de maltes escuros à receita surgiu a BlackWit.

Contudo, o desafio era maior do que imaginado, pois seria necessário equilibrar os sabores de chocolate e café provenientes do malte torrado com as notas mais leves dos condimentos cítricos. Apesar de difícil, a missão de criar uma bebida de sabor forte e ao mesmo tempo refrescante foi maravilhosamente cumprida, o que resultou numa cerveja equilibrada e rica em sabores, com as características cítricas e condimentadas de uma WitBier e o forte sabor de café do malte torrado. Um gol de placa cervejeiro!

- CRÉDITOS -

Site BREJAS

domingo, 2 de setembro de 2012

CONHEÇA AS CERVEJAS DO PRESIDENTE AMERICANO BARACK OBAMA

Washington - Após a grande pressão popular que se formou na última semana em torno das cervejas produzidas artesanalmente na Casa Branca, o governo americano, com intenção de não comprometer a campanha de reeleição do presidente Barack Obama, acabou revelando neste sábado a receita de suas, até então, reservadas bebidas.

No último dia 23 de agosto, o porta-voz presidencial Jay Carney afirmou que a Casa Branca não tinha planos de divulgar a receita da cerveja presidencial, 'White House Honey Ale', fabricada por iniciativa de Obama. No entanto, a discussão, que foi parar até na justiça em uma ação dos fãs de fermentação doméstica, chegou ao fim hoje.
Isso porque, o principal chef da Casa Branca, Sam Kass, explicou como são produzidas as cervejas de Obama em um blog oficial da residência presidencial.
'Inspirado no fato de que todos os países produzem suas próprias cervejas domésticas, o presidente Obama comprou no último ano um equipamento de fabricação para a cozinha', indicou a mensagem.
'Depois dos primeiros barris, ganhamos algumas receitas excelentes de uma cervejaria local. Também recebemos sugestões de alguns empregados da Casa Branca que fabricam suas próprias cervejas, os quais nos ajudaram a corrigir e melhorar a nossa'.
No comunicado, Kass ainda acrescenta que ele e seus colaboradores se surpreenderam que o resultado tenha sido tão bom, 'dado que nenhum de nós tinha fabricado cerveja antes'.
'Até onde sabemos, a cerveja (que é produzida com o mel das abelhas da residência presidencial) é a primeira bebida alcoólica fermentada e destilada nos prédios da Casa Branca'.
As receitas das três cervejas produzidas na Casa Branca podem ser conferidas no site:
 http://www.whitehouse.gov/blog.

- CRÉDITOS - 
REVISTA EXAME